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	<title>Novas Frequências 2011 &#187; Mauro Gaspar</title>
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		<title>Decolando com Andy Stott</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 16:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel.lupi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andy Stott]]></category>
		<category><![CDATA[Textos sobre o Novas Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Gaspar]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mauro Gaspar Como alguns de alguns dos seus contemporâneos da cena eletrônica, Andy Stott é um impressionista. A música como paisagem sonora define e constrói o som de parte de uma leva de produtores &#8211; que vai de Burial &#8230; <a href="http://novasfrequencias.com/2011/?p=172">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novasfrequencias.web7643.kinghost.net/2011/wp-content/uploads/2011/11/andystottandy_stott.jpg"><img src="http://novasfrequencias.web7643.kinghost.net/2011/wp-content/uploads/2011/11/andystottandy_stott.jpg" alt="" title="Andy+Stott+andy_stott" width="500" height="333" class="aligncenter size-full wp-image-176" /></a></p>
<p><strong>Por Mauro Gaspar</strong></p>
<p>Como alguns de alguns dos seus contemporâneos da cena eletrônica, Andy Stott é um impressionista. A música como paisagem sonora define e constrói o som de parte de uma leva de produtores &#8211; que vai de Burial a Actress, passando por Gold Panda, Tycho, Forest Swords e The Haxan Cloak, entre outros &#8211; que parece realizar, consciente ou inconscientemente, a convergência entre correntes que, desde a década de 1970, sempre estiveram próximas, mas nunca tão associadas: a eletrônica que parte de Kraftwerk e Afrika Baambaata e deságua na pista de dança, a ambient music de Brian Eno e o minimalismo americano de Steve Reich, Philip Glass e Terry Reich.</p>
<p><object width="584" height="438"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wNe5ciwapJc?version=3&#038;feature=oembed"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wNe5ciwapJc?version=3&#038;feature=oembed" type="application/x-shockwave-flash" width="584" height="438" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Desde <em>Merciless</em>, de 2006, Stott transita pelo universo quase infinito dos subgêneros criados pela volúpia reprodutora do mundo pop. Com músicas do naipe de “Come to Me”, “Hertzog” e “Choke”, o produtor inglês apresentou como credencial a capacidade de ser versátil e, ao mesmo tempo, ter uma sonoridade própria, que com os trabalhos seguintes vai ganhar mais força.</p>
<p>[soundcloud url="http://api.soundcloud.com/playlists/44284" height="200"]</p>
<p>“Bad Landing”, destaque da coletânea de singles EPs <em>Unknown Exception</em>, de 2008, é uma pequena obra-prima de 6m10 que ecoa o dubstep-ambient de Burial, mas que tem personalidade própria com o seu crescendo sutil de batidas compassadas e interferências sintetizadas que criam uma narrativa sonora ímpar.</p>
<p>[soundcloud url="http://api.soundcloud.com/playlists/780429" height="200"]</p>
<p><em>Passed Me By</em> é um dos grandes discos de 2011, e certamente a obra mais coesa, autoral e impactante de Stott. Começando pela capa, uma foto de um nativo (um guerreiro Danakil como Cush, o amigo de Corto Maltese?), com suas cicatrizes rituais saltando da foto e marcando nossos olhos. E de “Signature” à faixa-título, essa marca é o passaporte que conduz o ouvinte por uma viagem por terrenos sonoros sombreados e escuros na maior parte do tempo. São vozes, ecos e respirações sobrepostas a uma base rítmica ralentada e marcial como o coração do ouvinte-viajante que flutua pelas paisagens hipnóticas de pérolas como “Execution” ou “New Ground”. Em suma, é um discaço e uma experiência sonora que nos tira de qualquer inércia.</p>
<p>Há quem se assuste com a reprodução infinita de gêneros, subgêneros e microgêneros da música eletrônica. Da minha parte, digo que acho muito bom viver nesse mundo sonoro bastardo e acompanhar os novos rebentos de ouvidos bem abertos.</p>
<p>O Festival Novas Frequências rola no Rio em dezembro. E eu estarei lá.</p>
<p>_<br />
Mauro Gaspar é jornalista, pesquisador e editor</p>
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