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MIHNA – Museu Imaginário de História Natural da Amazônia
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https://museuihn.wordpress.com/

 

MIHNA é um museu itinerante feito de som coordenado por Bruno Garibaldi, Gabriel Verçoza e Luisa Puterman. Um organismo que conecta pessoas, ecologia e histórias através de experiências de escuta. O MIHNA colabora com uma equipe de cientistas, educadores e artistas para construir espaços de escuta e criação: apresentações musicais, instalações sonoras, conversas e oficinas. Já realizaram parcerias com Instituto Serrapilheira, Found Sound Nation e Fundação Getúlio Vargas; Parcerias de pesquisa e viagens de campo com INPA (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia), IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia); participação nas residências LABVERDE na Amazônia e Área Criativa em Minas Gerais; e produção de instalações sonoras, programas públicos e apresentações musicais junto à Bienal de São Paulo, SESC, TEDx, Festival Path, Festival Kinobeat, Museu da Língua Portuguesa e outras iniciativas culturais. Durante seus anos de trabalho, o trio já facilitou centenas de sessões de escuta, oficinas e conversas em escolas, hospitais, presídios e espaços públicos.

 

Bruno Garibaldi, músico, artista visual e educador. Sua pesquisa investiga como as experiências sonoras podem explorar a imaginação em processos educacionais e contextos de vulnerabilidade social. 

 

Gabriel Verçoza, naturalista e comunicador de ciências. Residente em Manaus, é colaborador do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), onde desenvolve ações socioculturais que articulam ideias sobre Arte, Ciência, Tecnologia e Política. 

 

Luisa Puterman, artista sonora e produtora musical. Seu trabalho interdisciplinar cria instalações sonoras, performances ao vivo, experiências de aprendizagem, composição e design de som para dança, cinema e teatro.

 

Para a 11ª edição do Festival Novas Frequências, o MIHNA irá apresentar uma instalação sonora no Centro Cultural Oi Futuro Flamengo. Em resumo, a obra é uma coleção de sons e histórias que abrem a escuta como portal de entrada para paisagens, ecologia e cultura da floresta amazônica. De pequenos contos sobre pássaros à expedições poéticas na floresta de Igapó, essas narrativas assumem diferentes formatos, uns mais contemplativos e outros mais informativos. Uma série de personagens e cenários dão voz a histórias de evolução, produção de alimentos, resiliência e violência, geologia, uso da terra e possíveis futuros.