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	<title>Novas Frequências 2011 &#187; Lucas Santtana</title>
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		<title>Equalizando Novas Frequências</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 16:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel.lupi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos sobre o Novas Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Novas Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Santtana]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Frequências]]></category>

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		<description><![CDATA[por Lucas Santtana Uma moça de quem gosto muito sempre utiliza a palavra “equalizar” ao descrever a maneira como lidamos com sentimentos, emoções e situações pessoais. No universo musical, equalizar não está distante disso. Significa atenuar a distorção de um &#8230; <a href="http://novasfrequencias.com/2011/?p=122">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por<a href="http://www.diginois.com.br/" target="_blank"> Lucas Santtana</a></strong></p>
<p>Uma moça de quem gosto muito sempre utiliza a palavra “equalizar” ao descrever a maneira como lidamos com sentimentos, emoções e situações pessoais.</p>
<p>No universo musical, equalizar não está distante disso. Significa atenuar a distorção de um sinal por meio de circuitos compensadores capazes de reforçar a intensidade de algumas frequências e/ ou diminuir outras. É como arrumar as frequências de uma música numa mixagem ou descobrir o lugar de cada instrumento no P.A de um show ao vivo. Simplificando no jargão popular, significa “colocar os pingos nos is”.</p>
<p>E isso pode soar, já que estamos falando de música, como algo distante do nosso dia a dia. Ledo engano.</p>
<p>Quando saimos do cinema e comentamos que Contágio (o novo filme do Soderbergh) tem uma fotografia azulada, estamos, mesmo que inconscientemente, percebendo de que maneira o diretor equalizou as frequências de cor e luz para chegar a um resultado estético, que no caso desse filme em particular, nos traz a sensação de frieza de um eterno hall hospitalar.</p>
<p>O Festival Novas Frequências vem justamente com o intuito de re-equalizar nossos viciados e acomodados ouvidos.</p>
<p>Não se trata de um festival de world music como o Perc Pan. Nem tão pouco de um festival de derivados da música negra como o Back to Black. Muito menos como o Planeta Terra, voltado basicamente para a música pop anglo-norte-americana (outros países pintam às vezes também).</p>
<p>O festival vem ocupar um espaço ainda virgem no Brasil, o de trazer bandas e artistas que trasitam por frequências híbridas, não sendo possível catalogá-los em estilos ou compartimentos isolados. São músicos que assim como Cabral e Armstrong se lançam em naus sem saber com exatidão onde aquilo vai dar.</p>
<p>São seres que habitam o mundo entre uma coisa e outra, a realidade do lá e cá, como o de Laura, personagem de Clarice Lispector no conto “A imitação da Rosa”. O público que for ao Novas Frequências tem que ir com o coração e os ouvidos abertos. Tem que se permitir ouvir o que ainda não viveu. Pois os pingos não estarão no is, mas espalhados por outras letras.</p>
<p>Godard disse que um filme precisa ter começo, meio e fim, mas não necessariamente nessa ordem. Já que estamos no Rio de Janeiro, porque não citar também o nosso síndico Tim Maia, que dizia: “Eu quero graves, médios e agudos!”</p>
<p><strong><a href="https://twitter.com/#!/DIGINOIS" target="_blank">Lucas Santtana</a> é músico, cantor e compositor.</strong></p>
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